Jesus chama os discípulos para ir ao outro lado. Ele sabia que havia alguém lá precisando Dele. Não é incrível pensar que Deus atravessaria as águas e deixaria para trás uma cidade inteira, só pra ir curar uma pessoa? E que faria isso por mim e por você? Pois é. Esse é Ele. E assim eles fizeram. Subiram no barco e partiram em direção à vontade do Deus vivo e homem. Então uma tempestade começa a se instalar. É incrível como, se pararmos para pensar, a história se repete em nossas vidas. Quando Jesus nos convida a sair de onde estamos, a mudar de rumo e passar para o outro lado, o vento sopra e tenta nos impedir. E, como os discípulos, sentimos medo. Muitas vezes perguntamos a Jesus o mesmo que aqueles homens perguntaram: não te importas que morramos? Não te importas comigo? Não te importas com o que as pessoas fazem contra mim? E então Ele, serenamente, nos mostra que tem o controle de tudo, mesmo quando parece que nada se encaixa. Quando Ele ordena, até o mar e os ventos obedecem. E, mesmo vendo nossa pequena fé, faz com que tudo coopere para nosso bem. E aí eu me lembro que a Bíblia me diz para me alegrar com as adversidades. Afinal, é bom saber que mar calmo nunca fez bom marinheiro. E melhor ainda saber que Jesus está no barco.
domingo, 31 de agosto de 2014
quarta-feira, 20 de agosto de 2014
Meus (quase) vinte anos
terça-feira, 19 de agosto de 2014
De novo
quarta-feira, 30 de julho de 2014
terça-feira, 29 de julho de 2014
Make me cry if you can
Sabe qual o problema? Eu sempre fui mais forte que você. Logo eu, que você achava ser tao frágil. Logo eu, que sempre me achei tão insegura. Eu, que queria achar forças em você. Que achava que era em ti que eu me sustentaria.
Eu levantei e juntei meus pedaços milhões de vezes. Mas você, achando que eu precisava de ti, ia la e pegava o meu coração e quebrava tudo de novo. E aí você chorava. E eu sentia tanta dor ao ver tuas lágrimas, que esquecia as minhas embora elas não parassem de rolar. Então eu me levantava e juntava novamente os meus pedaços, agora todo misturados com os seus. Fazia questão de te devolver cada um deles. Mas você não. Não te parecia tao mal roubar algum pedacinho de mim, ficar pra você ou jogar fora. O problema e que essa nossa brincadeira ficou repetitiva. E, no fim, voce levou pedaços demais. E eu nem sequer tinha os seus pra tentar colocar nos buraquinhos vazios.
O mais engraçado era que eu achava que tava feliz. Mas não era tao fácil assim, sabia? Doía. E toda vez que você fazia algo (ou deixava de fazer), me abalava de uma forma tao estranha que eu só podia pensar que eu era o problema. Mas o meu problema foi esquecer dos meus problemas pra lembrar dos seus. E eu tava levando. Afinal, eu sempre fui mais forte que voce. Mas aí você virou o meu.
É. Quem diria... Um dia eu ia ter que começar a tomar meus pedaços de volta. Alguns nunca voltarão. Ficarão contigo pra sempre. Isso ate podia ter sido o suficiente pra me impedir de fugir. Pena que eu era mais forte que você. E ainda sou. Estou aqui. Me faça chorar, se puder.
sábado, 14 de junho de 2014
O amor cansou de tentar ser compreendido
Ei, voce que não sabe amar. Pare de acusar o amor daquilo que, na verdade, você é. Ei, você que alguém não soube amar. Pare de achar que a dor é culpa do amor... Devia existir uma lei pra o uso dessa palavra. O problema é que, muitas vezes, eu te amo é a mentira que a gente mais gosta de ouvir. Mas o amor é puro e doce, incapaz de tantas atrocidades a ele atribuídas. Seria totalmente inofensivo se não usassem seu poder com tanta imprudência. Algo tão precioso sendo assim, gratuito e universal, é um presente grande demais para nos humanos. Não pode ser compreendido. E enquanto andam por ai o vendendo, implorando e disputando, ele olha tudo isso e ri. Afinal, ele sabe, e no fundo a gente também: o amor esta muito acima disso.